Monday, June 4, 2007

Eles pelam-se por comédias destas...


Foi classificado pelos críticos do New York Times como "um clássico instantâneo" e a América está a adorar este "Knocked Up", que estreou esta semana com entrada directa para o segundo lugar do box-office. Do mesmo realizador de "Virgem aos 40" e com a loirinha de "A Anatomia de Grey", esta é a história de dois estranhos que se conhecem num bar e mandam uma "queca". Ambos vão à sua vidinha e quando se reencontram a rapariga revela ao rapagão que está embarazada. Apesar das diferenças inconciliáveis, os dois tentam uma relação, para bem da criancinha...

"Body Rice" em DVD


"Body Rice", de Hugo Vieira da Silva, tem sido aclamado pela crítica internacional e premiado em inúmeros festivais. Para quem não teve oportunidade de ir ao cinema ver este "poema punk, um vibrato de revolta captado com uma precisão rara, um sentido da beleza que enfeitiça e subitamente deixa-nos estupefactos", nas palavras de Jean Michel Frodon, da Cahiers du Cinéma, o DVD estará à venda a partir de dia 15 deste mês, por 14,95 euros.

Menção Especial do Júri no Festival de Locarno e prémio de melhor realizador no de Buenos Aires, Body Rice "alterna entre passagens de pura fruição e absoluta gravidade
com uma banda-sonora de raro poder sónico" (Robert Koehler, Variety) e segue as histórias de adolescentes enviados por instituições alemãs para o sul de Portugal, ao abrigo de projectos experimentais de reeducação social, que se desenvolvem desde 1980. É assim que Katrin chega ao Alentejo. Ela vai estabelecer uma relação com o ambiente envolvente, uma situação agravada pela dureza da paisagem e o vazio de uma região socialmente desertificada. Katrin irá formar com Julia e Pedro um refúgio numa terra de ninguém. Com Sylta Fee Wegmann, Alice Dwyer, André Hennicke, Luís Guerra, Julika Jenkins, Pedro Hestnes

EXTRAS: Cenas comentadas por: José Bragança de Miranda, Paulo Cunha e Silva, André Dias, Fernando Lopes, Alberto Seixas Santos e Cláudia Tomaz, Trailer, Spot TV, Capítulos, DVD-ROM (Dossier de Imprensa e Fotos) .
Quem já viu, é favor comentar. Eu vou ficar à espera do DVD.

Sunday, June 3, 2007

A empregada


Com um rasto de publicidade devido ao homicídio da sua realizadora, Adrienne Shelly, encontrada pendurada no varão de uma casa-de-banho, assassinada por um imigrante equatoriano, "Waitress" estreou na semana passada nos EUA com entrada directa para o quinto lugar do box-office. O que para uma comédia romântica independente, "low budget" e sem nomes sonantes, é um feito. Terá a tragédia nos bastidores impulsionado a compra de bilhetes? Pelo trailer, parece-me que há mais sumo que isso e os utilizadores do IMDB parecem ter gostado.




Fincher no bom caminho

Nunca entendi como é que David Fincher ascendeu ao estatuto de realizador de culto por uma geração embriagada pelos seus sobrevalorizados "Se7en" e "Fight Club" (e vaiado pelo subvalorizado "Sala de Pânico", vá-se lá perceber isto...). O rapaz, reconheço que perfeccionista, esmera-se na construção técnica da história, mas sem rasgos. E a sua direcção de actores resulta na generalidade em personagens estratosféricas que parecem planar numa outra dimensão, talvez pela sua preferência por mentes perturbadas e tortuosas. Mas "Zodiac" foge à regra.

Em "Zodiac", a história da obsessão de um homem por um outro homem, respira-se vida. Robert Graysmith (Jake Gyllenhaal) é um cartunista que deambula na sombra da redacção de um jornal. Peça menor daquela máquina, pai solteiro, discreto, interessa-se pelo caso do "serial killer" que alarmou nos EUA, nas décadas de 60 e 70, contornando os holofotes da fama. David Toschi (Mark Ruffalo) é o detective piadético, perspicaz, companheirão, com mais ideias do que meios. Já Paul Avery (Robert Downey Jr.), o jornalista-estrela, pavoneia-se com tiques gay, acha-se mais esperto do que realmente é e vê na bebida uma fonte de inspiração. Estas parecem pessoas reais, desempenhadas eficazmente por este trio de actores, que contracenam com uma química fora do vulgar, como se entre eles pulsasse uma tensão homoerótica.

A mais-valia que Fincher acrescenta é a sua hábil gestão do suspense. De tal modo que, mesmo quem sabe de antemão que o caso Zodiac permanece aberto e o livro de Graysmith não passa de uma tese (com elevada credibilidade, sublinhe-se), tem uma leve esperança de que, no decurso da história, o assassino seja desmascarado e a Justiça feita. É certo que "Zodiac" não foge aos clichés da praxe, principalmente no ambiente da redacção do jornal e na investigação policial. Mas também possui aparentes lugares-comuns, como a sequência inicial, que soa a mais uma banalidade de "thriller" de série B (a loira espampanante que, em vez de fugir, deixa-se estar à espera do seu carniceiro) , mas que encerra detalhes da maior importância.

Em adição, a reconstituição da época, a fotografia, e o excelente naipe de secundários, onde se destacam Brian Cox e Chlöe Sevigny (digna de menção a forma como foi tratada a relação da personagem desta com a de Gyllenhaal, quase assexuada) fazem de "Zodiac" um dos mais interessantes filmes norte-americanos do ano. 4 estrelitas

Saturday, June 2, 2007

Batalhas estivais


A guerra dos "blockbusters" de Verão é cada vez mais agressiva. "Spider-Man 3" teve uma escala de estreias e ante-estreias nunca vistas, com o elenco a viajar de Tóquio a Paris no mesmo dia para marcar presença nos eventos e responder às questões idiotas dos jornalistas. Abriu num número gigante de salas de cinema nos EUA (deve ter acontecido o mesmo em Portugal) e quebrou recordes no fim-de-semana de estreia. "Piratas das Caraíbas: Nos Confins do Mundo" teve direito a maratonas non-stop, madrugada fora. A Disney, que não se contenta com segundos lugares, não divulgou os resultados no domingo seguinte à estreia, como manda a tradição e, quando o fez, adicionou uns "pózinhos" gerados por umas sessões extra. Mesmo assim, ficou a quase dez milhões do aracnídeo, embora no cômputo geral e com as receitas internacionais não envergonhasse ninguém.

As distribuidoras portuguesas seguem o caminho capitalista das casas-mãe norte-americanas. Depois de meia-dúzia de cinemas abertos 24horas para as aventuras de Jack Sparrow, "Shrek, o Terceiro" chega a Portugal com o relançamento dos DVDs dos anteriores filmes, a preço de saldo, e até serão vendidos nas salas Lusomundo. Quem comprar o bilhete, a partir de 12 de Junho, tem ainda um desconto de 1 euro sobre o preço do disco, adquirido "au moment". Será que quem for ver "Harry Potter e a Ordem da Fénix", com estreia marcada para este Verão, recebe um vale para trocar por uma tórrida sessão íntima com Emma Watson?

Thursday, May 31, 2007

Tomem lá


Um blogue sem sitemeter é como uma empresa sem estudos de mercado. Através deste serviço, vou sabendo que filmes ou conceitos buscam os internautas que encontram o Movies: Confidential. A pensar naqueles - e não têm sido poucos - que têm chegado até este cantinho através da pesquisa "Atrás das Nuvens", o filme de Jorge Queiroga (curiosamente, foi realizador de "Malucos do Riso"), que estreia hoje nos cinemas, aqui está o trailer. Com Nicolau Breyner, Ruben Leonardo e Sofia Grillo.


Wednesday, May 30, 2007

Perturbador 2

Ao início da madrugada, o "Discovery Channel" transmite "Histórias do Além", uma série documental sobre casos reais de casas assombradas. Um dos episódios, intitulado "A Haunting in Connecticut" segue o terror vivido por uma família com um filho doente oncológico que se muda para uma casa cuja cave, sem o saberem, tinha funcionado em tempos idos como morgue.

O rapaz começa então a ser atacado por uma entidade sobrenatural demoníaca que, aos poucos, vai atormentado todos os residentes do casarão. Este episódio, tenho de confessar, é particularmente assustador. E vai dar origem a um filme protagonizado por Virginia Madsen, já em produção que, se for bem feito, não andará muito longe da atmosfera de "O Exorcista". Entretanto, fiquem com uma parte do macabro documentário do Discovery.



Perturbador



É preciso ter nervos de aço para assistir ao documentário "A Ponte", de Eric Steel, sobre a maior atracção suicida (leram bem, não é turística) do Mundo: a mítica Golden Gate, em São Francisco, gémea da nossa 25 de Abril.

Em 2004, Steel e a sua equipa filmaram quase diariamente o símbolo norte-americano, em dois ângulos distintos, testemunhando a maioria das duas dezenas de mortes daquele ano e prevenindo umas quantas. E também captaram entrevistas com famílias e amigos, que recordam em detalhe os períodos de depressão, toxicodependência e doença mental das pessoas que se atiraram do tabuleiro da ponte. Estreia em Portugal a 14 de Junho.

Sunday, May 27, 2007

Piratas com guelra


Discordo das vozes que auspiciam, com "Piratas das Caraíbas", a ressurreição de um género de cinema há muito arrefecido: as aventuras de impiedosos corsários por sete mares, que se confrontam ao estrondo ensurdecedor do canhão. A trilogia de Gore Verbinsky não se enquadra naquele género: é demasiado bizarra. Por este motivo, talvez esteja mais próxima de "Peter Pan" do que das odisseias de Errol Flynn.

"Piratas das Caraíbas: Nos Confins do Mundo" é a prova de que nem sempre uma sequela tem de ser inferior ao original. Neste caso, à semelhança do que se faz consecutivamente em Hollywood, a pirotecnia enche ainda mais o olho. Mas, a acompanhar a técnica, também as personagens estão mais apuradas, o argumento mais criativo e, por isso, a diversão é a dobrar. Verbinsky sabe o que faz, Depp diverte-se, Bloom e Knightley amadureceram. Os veteranos, como Rush e Nighy estão, como sempre, no ponto. E o crescendo de personagens secundárias torna a acção mais suculenta e atrevida. Aqui, ao contrário de "Spider-Man 3", oferece-se aos actores espaço para respirar - e representar -, poupando-os do sofrimento claustrofóbico dos efeitos visuais. O argumento, escrito com piada, e fiel às regras do bom entretenimento, suscita interesse mesmo a quem não seguiu escrupulosamente os dois filmes anteriores.

Nesta segunda sequela, embora os acontecimentos paralelos dispersem o espectador - há uma altura em que não se percebe bem quem é quem -, as sequências de acção frenéticas quase fazem esquecer de que estamos perante um "blockbuster" de quase três horas. É certo que o final delicoce deixa muito a desejar - quando imaginamos uma trilogia queremo-la encerrada e não um "preview" para um filme seguinte -, mas o que vimos anteriormente compensa. Uma ressalva: aguardem pelo fim dos créditos. Pelo que se dá a entender, Keira e Orlando passam a cartas fora do baralho. 3 estrelitas

Friday, May 25, 2007

Que rico dia


30 de Maio é um grande dia para todos os cinéfilos de pantufas. Por cortesia da Lusomundo, é lançado em DVD "Babel", de Alejandro González Iñarritu, numa versão limitada e especial de coleccionador. O pack, promete a distribuidora, será um produto de luxo que inclui um vale de desconto no valor de €2 na compra de "Apocalypto", de Mel Gibson. Com uma estilizada caixa metálica de excelência, esta versão de dois discos vem acompanhada de um documentário exclusivo, de 87 minutos, sobre a criação do filme.

No mesmo dia, chega às lojas "A Ciência dos Sonhos", de Michael Gondry, uma edição limitada de 1 disco em embalagem Digipack, com uma estética altamente cuidada, som em 5.1 e recheada de extras: comentários áudio do realizador Michel Gondry, making of (39 min.), as criaturas dos sonhos (11 min.), nos meandros de um cérebro (19 min.), gatinhos de Hollywood (4 min.) e trailer.



Mas há mais: precisamente no mesmo 30 de Maio, é posto à venda "Paris Je T’aime", um conjunto de histórias de fabulosos cineastas, como os irmãos Coen a Walter Salles, passando por Wes Craven, Alexander Pyne ou Gus Van Sant, que vem num packaging extremamente cuidado em digipack e numa edição limitada de coleccionador (dois discos), com três horas de extras e som em 5.1.


Pensavam que era só isto? Enganaram-se! "A Home Prairie Companion: Bastidores da Rádio", a derradeira obra do malogrado Robert Altman, também sai nesse dia. E, com os dois discos, acondicionados numa embalagem digipack de luxo, com extras e som em Dolby Digital 5.1, vem ainda um 'booklet' no qual alguns críticos portugueses como João Lopes, José Vieira Mendes, Rui Brazuna ou Jorge Mourinha fazem um tributo à figura de Robert Altman e ao seu papel na história do cinema. A isto acrescem comentários áudio do realizador e do actor Kevin Kline, um documentário sobre a génese do filme: “visite os bastidores da rádio” (49 min.), a banda sonora “no palco do fitzgerald” (10 actuações completas) (21 min.) e 16 cenas cortadas (29 min).

Digam lá se não é um belo dia?

Thursday, May 24, 2007

Pré-depressão

Lars Von Trier entrou em depressão e nem consegue avançar com a história de terror que tinha em mãos. Enquanto o senhor Dogma segue a medicação, nós podemos divertir-nos com a sua comédia "Direktøren for det hele" ("The Boss of it All"), prestes a estrear nos EUA.


Para que não restem dúvidas


Encontrei, numa viagem internáutica, esta brilhante sinopse de "Mulholland Drive" que explica o filme e abre a luz para quem ainda não tinha alinhavado as pontas desta obra de David Lynch.

"Depois de receber uma herança deixada pela sua tia Ruth, Diane (Naomi Watts) viaja para Los Angeles para tentar alavancar a sua carreira de actriz. Certo dia, ela faz um teste para participar do filme 'A História de Sylvia North', mas é rejeitada pelo director da produção, Bob Rooker, que acaba por escolher a bela Camilla Rhodes (Laura Elena Harring) para o papel-título. Porém, Diane e Camilla acabam por tornar-se amigas e, eventualmente, amantes - sendo que esta última, agora uma actriz de sucesso, frequentemente arranja pequenas participações para a namorada nos seus filmes. Infelizmente, nem tudo corre bem para as duas: durante as filmagens de seu novo projecto, Camilla envolve-se com Adam Kesher (Justin Theroux), o director responsável pela empreitada (apesar de ser casado, ele divorcia-se da esposa, alegando que ela o traíra com o rapaz responsável pela limpeza da piscina, deixando-a sem direito a nada). Enciumada, Diane passa a brigar com Camilla - até que, certa noite, é convidada para uma festa na mansão de Kesher, sem saber que será obrigada a testemunhar o anúncio do casamento da sua namorada com o cineasta.

Sentindo-se humilhada, Diane decide contratar os serviços de um assassino profissional para executar Camilla, pagando 50 mil dólares pelo serviço. Depois de receber o dinheiro e pegar uma foto da sua vítima, o indivíduo diz que Diane encontrará uma chave azul no seu apartamento quando tudo estiver terminado – e, de facto, rapidamente recebe o aviso de que a sua ex-namorada está morta. No entanto, corroída pelo remorso, ela tem longos sonhos envolvendo Camilla e, mesmo quando acordada, não consegue parar de pensar no que fez. Torturada pelas lembranças e pela crueldade dos seus actos, Diane finalmente comete suicídio".
(Adaptado de: http://www.cinemaemcena.com.br. Podem ler a análise completa aqui)

Em acrescento, a minha visão metafórica do filme: a primeira parte, convencional, das louras ingénuas e dos vilões, repleta de referências a Hollywood, crítica em relação à prepotência dos estúdios, é o filme pseudo-certinho encomendado como série a Lynch. Alimentada pelo canal+ francês, a terceira parte é negra, esquizofrénica e representa a liberdade criativa, o desnorteio, a produção sem a intervenção opressiva de terceiros, o corte com todas as regras e protocolos cinematográficos. Uma interpretação que segue o percurso tortuoso deste filme.

Monday, May 21, 2007

Quase, quase...

Hollywood, estéril em boas ideias para "thrillers", quase recupera o jeito em "Ruptura" ("Fracture"). Mas este "pas de deux" entre Anthony Hopkins e o emergente Ryan Gosling é minado por um final que cheira a esturro.


Ao descobrir o caso entre a sua jovem mulher e um polícia, o milionário director de uma empresa de aeronáutica decide pôr termo ao casamento assassinando a esposa infiel. Apesar de uma confissão - mais tarde sem efeito por suposta coacção no momento da subscrição -, a arma do crime passional encontra-se em parte incerta. O caso é entregue a um ambicioso delegado do Ministério Público em fase de transição para um escritório de advogados, um momento de instabilidade que o dispersa do processo. Apesar de todas as evidências apontarem para o marido como autor do crime, as provas foram eliminadas por este. Para obter uma condenação do homem ardiloso, o jovem delegado terá de se concentrar para tentar encontrá-las. Nem que para isso tenha de comprometer um passo de gigante na carreira.

"Ruptura" tem duas mais-valia: está realizado com mão de ferro e consegue manter o espectador fixado no duelo entre Hopkins e Gosling. Contudo, apesar do desempenho justo de ambos os actores, nenhuma das personagens é capaz de conquistar a nossa simpatia: o primeiro por, em determinados momentos, parecer possuído pelo espírito de Hanibal Lecter, o segundo por nunca parecer suficientemente inteligente para encimar a sagacidade do primeiro. A dada altura, através do seu discurso banal e acções relaxadas, damos por nós a avaliar se aquele que é considerado um "brilhante e promissor" advogado não só é sobrevalorizado pelos seus pares, como é um autêntico banana.

O "facilitismo" da Justiça perante os argumentos do arguido e o à vontade e arrogância com que este se move naqueles meandros criam um cenário pouco realista. A relação amorosa do elemento do Ministério Público é pouco desenvolvida e acontece com um único objectivo: o de conhecer o pai da rapariga, juiz, que dá uma mãozinha ao herói na recta final. Os últimos momentos, o confronto, não só são explicadinhos até à exaustão, não vá o espectador ser asno, como os argumentos (que não vou revelar), que podem conduzir a uma condenação sem que o criminoso seja julgado pelo mesmo crime (o célebre "double jeopardy"), soam a pouco convincentes do ponto de vista jurídico. 2 estrelitas

Sunday, May 20, 2007

Virgem Maria, Cristo também está de volta!


Alguém conhece um filme de 2003 intitulado "UltraChrist!"? Não? Ainda bem, pela vossa santíssima sanidade mental. Ora vejam lá o trailer.

Virgem Maria, Rambo está mesmo de volta!


Depois de "Rocky Balboa", "John Rambo", que estreia daqui a um ano nos EUA, é mais uma tentativa de ressurreição de antigos êxitos de Stallone e de revitalização uma carreira actualmente agonizante. Por este trailer, dá para perceber que o homem necessita mesmo das hormonas rejuvenescedoras que as autoridades australianas lhe confiscaram à saída do país.


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